Treze divulga nota e diz que clube é vítima de “massacre” da imprensa

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Dois dias depois de o Campinense divulgar nota de esclarecimento sobre o imbróglio judicial que está travando o Campeonato Paraibano, foi a vez do Treze se pronunciar sobre o caso, em tom de resposta ao rival.

Assim como a nota da raposa, o texto liberado pela assessoria de imprensa do Galo nesta domingo (15) não tem assinatura de qualquer dirigente. A publicação é subscrita pelo Treze Futebol Clube.

Na nota, intitulada “O Arrumadinho e a Justiça”, a direção alvinegra diz que o clube está sofrendo um “massacre” da imprensa, além de ser vítima de uma armação entre a Federação Paraibana de Futebol, o Campinense e o Tribunal de Justiça Desportiva do Estado.

No final do texto, após acusar o Campinense de “abrir o jogo” para o Sousa no Paraibano de 2012 (resultado que, na ocasião, acabou tirando do Treze a possibilidade de disputar a Série D), a diretoria trezeana sugere que a torcida deixe “a vergonha para aqueles que participam de “armações”.

Leia a íntegra da nota divulgada neste domingo pela diretoria do Treze Futebol Clube.

O ARRUMADINHO E A JUSTIÇA

“O que temos visto nos últimos dias através dos órgãos de imprensa e redes sociais, que divulgam notícias sobre o futebol Paraibano, é um verdadeiro massacre ao Treze Futebol Clube, um clube que tenta apenas na justiça buscar o seu direito, de forma honesta e transparente. Interpretações erradas da Lei, tentativas de atropelo ao devido processo legal, tentar enganar o STJD e descumprir suas decisões, são algumas das ações que a Federação Paraibana de Futebol em conjunto com um dos seus filiados, no caso o Campinense Clube, vem realizando.

Sem esquecer do Presidente do Tribunal de Justiça Desportiva da Paraíba, que também faz parte da Orquestra. A Justiça no meio Desportivo é uma ferramenta natural para aqueles que se sentem prejudicados tentem de forma legal reverter resultados e conquistas. São medalhas que são devolvidas, são recordes que são anulados, são resultados de jogos que são revertidos, são atletas punidos, clubes rebaixados, tudo isso acontecendo inclusive em competições do mais alto nível, como por exemplo os Jogos Olímpicos.

Mas nem sempre a Justiça é feita, há casos em que há ARMAÇÕES covardes e imorais entre clubes que mudam o resultado das competições.

A Paraíba lembra muito bem o que o Campinense Clube fez em maio de 2012, quando de forma desonesta e rasteira “abriu o jogo” para o Sousa, perdeu exatamente por 2×0 em casa, abrindo mão de ser campeão antecipado. O único propósito: prejudicar o Treze, deixar sem calendário, Fora da série D. Tal armação, além de prostituir o espírito desportivo, tem um fator muito agravante: o motivo…prejudicar o TREZE! Essa “armação” que o Campinense fez, ao contrário da “Justiça” que o Treze FC busca, foi motivo de vergonha para seus torcedores, que chagaram na época a queimar a camisa rubro negra, bem como para alguns atletas profissionais que participaram da armação e que, através de depoimentos confessando o ocorrido, se diziam arrependidos de tamanho ato que maculava o espírito desportivo e o profissionalismo dentro do campo de jogo. Portanto, grande torcida Trezeana, deixem a vergonha para aqueles que participam de “armações”! (sic)”.

FONTE: Da Redação