Jogador de futebol é morto a tiros em frente à escola

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O jogador de futebol Davi da Silva Pereira, de 34 anos, conhecido como Caça Rato, foi perseguido e morto a tiros, na tarde de quinta-feira (12). O crime aconteceu em frente a uma escola localizada na Travessa SN Três, esquina com a WE 26, na Cidade Nova 4, em Ananindeua, na Grande Belém. A família de Davi, que em 2021, atuou pelo Bragantino na posição de lateral direito, não soube dizer o que motivou o crime. Os parentes relataram que a vítima não tinha problemas com ninguém e, muito menos, vinha recebendo ameaças.

Segundo a polícia, dois homens em uma moto efetuaram, pelo menos, cinco tiros contra Davi, por volta das 13h. Apesar dessa informação, outras testemunhas relataram terem ouvido mais de dez disparos. Davi conduzia uma motocicleta Honda CB300R e, ao ser baleado, perdeu o controle do veículo e caiu na calçada de uma escola.

Ainda no local do crime, algumas pessoas cogitaram que a vítima teria se envolvido em uma briga durante uma partida de futebol recentemente. A família do jogador negou que isso tenha acontecido.  “Ele não tinha desavenças com ninguém. Sempre jogou bola por aí. Tiveram pessoas que falaram que ele jogado uma bola ontem. Os tiros chegaram a acertar alguns imóveis. Tem buraco de tiros em alguns”, disse um cunhado de Davi, que preferiu não ter o nome revelado.

Em 2021, ele atuou no Bragantino na posição de lateral direito. Mas, ainda conforme os familiares da vítima, Caça Rato estava jogando futebol amador. Nas redes sociais, o clube publicou uma nota de pesar sobre a morte de Davi. “O Bragantino Clube do Pará, lamenta profundamente a morte do seu ex atleta, Davi da Silva Pereira, conhecido como Davi Caça Rato, rogamos ao pai celestial que conforte os familiares e amigos”, lamentou o Bragantino.

Uma equipe do 6º Batalhão da Polícia Militar (6º BPM) foi acionada para o caso. Os PMs localizaram cápsulas de arma de fogo na frente de uma escola de idioma que fica perto de onde Davi morreu, fortalecendo a hipótese da perseguição. A Polícia Científica foi acionada ao caso para analisar e remover o corpo da cena do crime.

O Liberal